Moradora da Vila Delfiori, Valdetina Santos afirma que motoristas da HP estariam impedindo seu embarque e cobra providências
Uma trabalhadora da região da Vila Delfiori, em Aparecida de Goiânia, usou as redes sociais para denunciar o que considera um caso de discriminação no transporte coletivo. Em um vídeo gravado aos prantos, Valdetina Santos relata dificuldades para voltar para casa após o expediente e acusa motoristas da HP de impedir seu embarque nos ônibus.
Segundo Valdetina, a situação estaria acontecendo há mais de cinco dias. No desabafo, ela afirma que trabalha na Aparecida Livre e que, mesmo após uma jornada de trabalho, enfrenta problemas para conseguir retornar para casa e descansar.
“Sou uma pessoa trabalhadeira e estou sendo discriminada pela HP”, declara a moradora no vídeo. Ela conta que, em algumas ocasiões, os motoristas alegariam que os ônibus estariam quebrados e, segundo seu relato, não permitiriam que ela embarcasse.
A trabalhadora também afirma que os episódios têm provocado atrasos no retorno para casa, prejudicando sua rotina e seu descanso. Emocionada, ela questiona se estaria sendo tratada de forma diferente por causa do uniforme que utiliza durante o trabalho.
“Eu sou uma trabalhadora igual todo mundo, e preciso descansar para poder trabalhar”, desabafa Valdetina, que pede ajuda e visibilidade para a situação.
Denúncia cobra explicações
O relato levanta questionamentos sobre o atendimento oferecido aos passageiros e a necessidade de garantir um serviço de transporte coletivo respeitoso, acessível e adequado à população.
Caso confirmada, uma conduta de impedimento injustificado de embarque exige esclarecimentos e apuração por parte dos responsáveis pelo serviço. Ao mesmo tempo, é necessário verificar as circunstâncias de cada ocorrência para compreender o que aconteceu.
Até o momento, o relato apresentado não inclui um posicionamento da empresa HP sobre as acusações. A empresa deve ter a oportunidade de esclarecer os fatos, informar se houve alguma irregularidade no atendimento e explicar quais providências poderão ser adotadas.
Para Valdetina Santos, o pedido é por respeito e pelo direito de voltar para casa depois de um dia de trabalho sem enfrentar situações que, segundo ela, têm causado sofrimento e indignação.
O caso reforça a importância de apurar denúncias envolvendo o transporte coletivo e de assegurar que os passageiros sejam tratados com dignidade, independentemente da roupa que vestem ou da atividade profissional que exercem.
Veja o vídeo;

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