A apresentadora e o empresário continuam enfrentando uma batalha judicial após a separação.

Ana Hickmann e Alexandre Correa – Reprodução/TV Record

A separação entre Ana Hickmann e Alexandre Correa continua a ser amplamente noticiada, especialmente após um episódio de violência doméstica denunciado pela apresentadora da Record em novembro do ano passado. Desde então, o casal vive em residências separadas e enfrenta uma batalha judicial que ainda não tem um desfecho claro.

Nesta quarta-feira, 21, surgiram rumores sobre um reencontro entre Hickmann e Correa, além de especulações sobre a conclusão do divórcio. Contudo, a equipe de Ana Hickmann esclareceu que, embora o divórcio tenha sido formalmente concedido no final de maio, o processo judicial ainda está em andamento. A audiência recente, que foi realizada virtualmente apenas entre advogados e o juiz, tratou da partilha de bens e dívidas, e não da separação propriamente dita.

A Ana já está divorciada há alguns meses. A audiência virtual foi para discutir a divisão de bens e dívidas, e não sobre o divórcio, que já foi concedido. Ana estava presente no ambiente virtual, mas não no vídeo. A audiência apenas confirmou sua presença sem qualquer manifestação”, explicou a equipe da apresentadora.

O principal obstáculo na conclusão do processo é a divisão dos bens adquiridos durante os 25 anos de casamento. Alexandre Correa reivindica uma parte da fortuna que ele alega ter construído ao lado de Hickmann. No momento, ele reside em um apartamento luxuoso na Zona Oeste de São Paulo, adquirido pelo ex-casal, enquanto Ana Hickmann continua sua vida em outra residência.

Além disso, a guarda compartilhada de seu filho, Alezinho, de 10 anos, continua a ser um ponto de atenção. A Justiça determinou que Ana deve permitir que Correa passe alguns dias com o filho, sendo que a comunicação entre os pais é intermediada pelos avós, devido à medida protetiva que proíbe Correa de se aproximar de Hickmann.

O desfecho da batalha judicial entre Ana Hickmann e Alexandre Correa ainda está em andamento, e a divisão dos bens continua a ser o principal ponto de discordância.

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