Deputado manifesta apoio à proposta que garante financiamento contínuo para a assistência social
O Deputado Federal Professor Alcides se posicionou favoravelmente ao avanço da Proposta de Emenda à Constituição que trata do financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), reforçando apoio à iniciativa que busca garantir recursos mínimos para políticas públicas voltadas à população em situação de vulnerabilidade.
A chamada PEC do SUAS voltou ao centro do debate após avançar na Câmara dos Deputados. Apesar de publicações nas redes sociais indicarem que a proposta já foi totalmente aprovada, o texto ainda está em tramitação e não entrou em vigor.
A proposta estabelece a obrigatoriedade de aplicação mínima de recursos públicos na assistência social, criando uma base mais estável de financiamento. A previsão é que União, estados e municípios destinem, de forma progressiva, parte da Receita Corrente Líquida ao setor, até alcançar o percentual de 1%.
Na avaliação de Professor Alcides, a medida representa um passo importante para fortalecer a rede de proteção social no país, ampliando o alcance de programas e garantindo maior continuidade das ações voltadas às famílias que mais precisam.
Atualmente, o financiamento da assistência social sofre com instabilidade orçamentária, o que impacta diretamente a manutenção de serviços essenciais. Com a PEC, a expectativa é reduzir essa vulnerabilidade estrutural e dar mais previsibilidade à execução das políticas públicas.
O texto já foi aprovado em primeiro turno na Câmara, com ampla maioria dos votos, mas ainda precisa passar por uma segunda votação na Casa. Em seguida, a proposta segue para análise no Senado Federal, etapa necessária antes de qualquer promulgação.
O avanço da matéria também levanta discussões sobre impacto fiscal e prioridades no orçamento público. Enquanto especialistas da área social defendem a proposta como essencial, há setores que alertam para os efeitos da vinculação obrigatória de receitas nas contas públicas.
Mesmo diante desse cenário, o apoio de parlamentares como Professor Alcides reforça o peso político da proposta, que pode representar uma mudança estrutural na forma como o Brasil financia a assistência social.

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