Candidato a deputado estadual afirma que atuação política precisa partir da escuta e reforça a pergunta que norteia sua defesa das famílias atípicas: “Quem cuida de quem cuida?”
O candidato a deputado estadual Paulo Henrique PH (NOVO), número 30220, participou de mais um encontro com lideranças e moradores, reforçando uma estratégia de campanha baseada no contato direto, na escuta e na aproximação com a população. Para PH, o período eleitoral não deve ser marcado apenas por discursos e pedidos de voto, mas também pela disposição de conhecer de perto os problemas enfrentados pelas famílias.
Durante o encontro, Paulo Henrique destacou a importância da chamada campanha “olho no olho”, em que o candidato deixa as redes sociais e os grandes eventos para conversar diretamente com as pessoas, ouvir reivindicações e compreender diferentes realidades.
“Política se faz olhando nos olhos das pessoas, ouvindo suas necessidades e conhecendo aquilo que elas enfrentam todos os dias. Antes de apresentar qualquer proposta, precisamos saber o que realmente está acontecendo na vida das famílias”, afirmou.
Entre as principais bandeiras defendidas por PH está a atenção às famílias atípicas. Pai atípico, o candidato tem levado para sua caminhada eleitoral uma pergunta que resume uma das questões que pretende colocar no centro do debate público: “Quem cuida de quem cuida?”
A reflexão chama atenção especialmente para a realidade das mães atípicas, que muitas vezes dedicam praticamente toda a rotina aos cuidados dos filhos ou familiares que necessitam de acompanhamento permanente. São mulheres que enfrentam jornadas envolvendo consultas, terapias, escola, medicamentos, burocracia e busca por direitos, muitas vezes deixando a própria saúde física e emocional em segundo plano.
Para Paulo Henrique, ouvir essas mães é uma responsabilidade que vai além da disputa eleitoral.
“Independentemente de política, ouvir uma mãe atípica é sempre importante. Muitas vezes, todo mundo pergunta quem está cuidando da criança, mas quase ninguém pergunta quem está cuidando daquela mãe. Quem cuida de quem cuida? Precisamos olhar também para essas mulheres e para toda a família”, ressaltou.
PH defende que políticas públicas destinadas às pessoas com deficiência e neurodivergentes também considerem quem exerce a função diária de cuidado. A proposta é ampliar o debate sobre acolhimento, atendimento psicológico, acesso à informação, terapias e construção de uma verdadeira rede de apoio às famílias.
O encontro também permitiu que lideranças apresentassem demandas de suas comunidades e conversassem diretamente com o candidato.
Ao intensificar a campanha nas ruas, Paulo Henrique afirma que pretende continuar percorrendo comunidades e ouvindo histórias reais para transformar as necessidades apresentadas pela população em propostas.
Para PH, uma política mais próxima começa justamente dessa forma: menos distância entre candidato e eleitor e mais disposição para ouvir quem conhece, na própria pele, os problemas que precisam ser enfrentados.

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