Contrato dos peões não prevê eliminação por cusparada, e decisão sobre permanência depende de avaliação da produção

Luana Targino, participante de A Fazenda 16 – Foto: Reprodução/Instagram

Na madrugada desta quarta-feira, 2, a participante de A Fazenda 16, Luana Targino, protagonizou uma situação polêmica após cuspir em seu adversário Gilsão durante uma discussão na cozinha da sede. O incidente gerou grande repercussão nas redes sociais, com muitos telespectadores questionando se a Record TV deveria expulsar Luana por seu comportamento.

A coluna da Contigo! teve acesso ao contrato assinado pelos peões e esclareceu que, embora o documento deste ano inclua novas cláusulas mais rígidas, não há menção específica sobre a possibilidade de eliminação por cusparada. De acordo com o contrato, ações que podem gerar expulsão estão relacionadas, principalmente, a agressões físicas, assédio sexual e ameaças à integridade física de outro participante, o que não se aplica claramente ao caso de Luana.

No entanto, a decisão final sobre uma possível expulsão cabe à produção do reality, que poderia avaliar o ocorrido se Gilsão fizesse uma reclamação formal, alegando ter se sentido fisicamente agredido. Mesmo assim, a equipe de Rodrigo Carelli levaria em consideração uma série de fatores, como se o cuspe causou algum dano físico ou psicológico, ou se Luana escondeu alguma doença transmissível.

Embora o caso tenha reacendido debates sobre limites de comportamento no confinamento, é improvável que Luana seja expulsa, já que o ato, por si só, não configura agressão física. A produção do programa tende a interpretar o cuspe como um ato desrespeitoso, mas insuficiente para justificar sua eliminação, a menos que o adversário se manifeste formalmente.

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