O pai da atriz critica a batalha judicial em torno da vinícola e pede que o ex-casal encontre um acordo para o bem dos seis filhos

Na sexta-feira, 23, Jon Voight, pai de Angelina Jolie, falou publicamente sobre a conturbada separação de sua filha e Brad Pitt. Em uma entrevista à Fox News Digital, o veterano ator expressou seu desejo de que o ex-casal cesse as brigas e promova uma maior estabilidade para os seis filhos que compartilham.
“Eu gostaria que eles encontrassem uma maneira de fazer as pazes. Você sabe, eu acho que as crianças precisam de alguma estabilidade. Eu amo as crianças e amo minha filha. E eu quero que Brad se pronuncie para fazer o que ele tem que fazer. Acabem com esse absurdo”, afirmou Voight.
A batalha judicial entre Jolie e Pitt continua quase oito anos após a separação, especialmente em torno da venda da vinícola francesa Château Miraval. Em 2021, Jolie vendeu sua parte da propriedade por US$ 67 milhões, levando Pitt a processá-la por vender sua parte sem consulta prévia. O advogado de Jolie, Paul Murphy, revelou em julho que Pitt está processando a atriz por US$ 67 milhões mais danos punitivos, alegando que ele ainda controla todas as propriedades e negócios compartilhados pelo ex-casal.
Voight, que tem uma relação tumultuada com a filha, foi criticado por sua tendência de comentar sobre a vida pessoal de Angelina. Uma fonte próxima à atriz disse ao Page Six que Jolie se distanciou do pai devido à sua dificuldade em manter a privacidade da família. “Apesar das várias tentativas prévias de reconciliação, o Jon fala demais e isso fez com que a Angie rompesse com ele mais uma vez”, explicou a fonte.
Enquanto isso, Brad Pitt mantém a esperança de reconciliação com seus filhos, apesar das recentes polêmicas. Segundo o Daily Mail, o ator respeita as decisões dos filhos maiores de idade sobre a retirada de seu sobrenome e acredita que, com o tempo, poderá restaurar o relacionamento com eles.
O apelo de Voight para que o ex-casal encontre um terreno comum reflete a crescente preocupação com o impacto da disputa judicial prolongada na vida das crianças, destacando a necessidade de foco no bem-estar familiar.

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