Bicampeã olímpica destaca a importância da família e se prepara para novos desafios fora das quadras

Se, nas quadras de vôlei, Fabiana Claudino (39) coleciona vitórias e medalhas — ela é bicampeã olímpica e heptacampeã do Grand Prix —, fora delas, não é diferente! Em casa, ao lado do marido, o cantor ViniGram (31), e do filho, Asaf (3), ela destaca a maior de suas conquistas: a família. “Tenho vivido só momentos especiais, realizei o sonho de ser mãe. Saí de casa muito cedo, com 13 anos, e fiquei longe por conta do vôlei, mas hoje consigo dar prioridade para estar com meu filho, com minha família”, diz a jogadora. “Constituir uma família não é tarefa fácil, mas fica mais leve quando se tem parceria, compreensão e amor. Graças a Deus, isso não falta aqui!”, assegura o músico, filho do cantor Netinho de Paula (54), no apartamento do clã, em Alphaville, na Grande SP.
Em contagem regressiva para a estreia da Seleção nas Olimpíadas de Paris, Fabi — que foi capitã da equipe brasileira — hoje se vê no papel de torcedora. “Já começo a imaginar tudo que eu vivi e passei! A gente fica com o coração na mão, porque se espera quatro anos para chegar a esse momento e é o sonho de todo atleta! Estou confiante e tenho certeza de que a nossa Seleção vai chegar com uma medalha para o Brasil!”, afirma ela, com planos de participar da primeira liga profissional dos EUA. “Eles me convidaram para representar o time de Atlanta, mas meu projeto também é estar perto da família, que é prioridade”, diz ela, sem ansiedade para definir o futuro, mas cheia de sonhos: com 1,93 m de altura, Fabi quer abrir sua própria marca de roupas e romper barreiras na moda. “Desde novinha, não acho peças para meu tamanho, sofro com isso. Gostaria de entrar em uma loja e escolher o que quisesse, mas não é essa minha realidade. Quero entrar nesse mundo e mostrar que pessoas altas podem andar bonitas. Não falo essa palavra porque sou muito nova, tem muito para acontecer. Falo em fechamento de um ciclo e esse fechamento passa, sim, na minha cabeça, porque quero ter a oportunidade de viver outras experiências.”

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