Decisão judicial destaca atos criminosos de tortura e danos à máscara durante abordagem Policial em Evento na capital

No dia 7 de setembro de 2022, uma festa de som automotivo na saída para Nerópolis se transformou em um pesadelo para o DJ Etzinho. O dono do projeto e co-participante foi vítima de uma operação da Guarda Civil Municipal (GCM) devido a irregularidades na documentação do evento.
Em estrevista a Resista isso pod o DJ comentou, “E quero ressaltar isso. Eles tinham a documentação, mas tinha feito de forma errada. E com isso teve uma operação exclusiva para esse evento para interditar apreensão de carros, veículos, som, essas coisas.”
A situação escalou quando os guardas descobriram que o DJ estava sem a documentação correta. Após uma consulta ao sistema, acusaram-no injustamente de ter passagens criminais, lançando acusações infundadas de homicídio policial. O DJ, negando as alegações, enfrentou agressões verbais e físicas, incluindo a destruição de sua máscara de trabalho.
Posteriormente, a intervenção policial da Polícia Militar confirmou sua identidade e inocência, resultando em sua liberação. Em resposta aos abusos sofridos, o DJ Etzinho tomou medidas legais, reunindo três testemunhas e iniciando uma ação judicial contra a Guarda Municipal por agressão física, mental e psicológica.
O desfecho foi favorável para o DJ, que foi concedido uma indenização de 20 mil reais. Importante ressaltar que os guardas responsáveis não foram identificados, sendo um total de quatro envolvidos na ação. Este caso destaca a importância da busca por justiça diante de abusos e violações dos direitos dos cidadãos durante abordagens policiais, promovendo a conscientização sobre métodos apropriados de verificação e respeito aos direitos civis.
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