Candidato pela Chapa 2, Pena destaca, em entrevista à TV Goiânia, o impacto de sua prisão injusta e a luta pela proteção das prerrogativas da advocacia

Bruno Pena candidato da Seccional da OAB Goiás – Foto: Entrevista a Tv Goiânia

Bruno Pena, candidato pela Chapa 2 à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO), compartilhou com o público, em entrevista à TV Goiânia, uma motivação que vai além das políticas tradicionais da entidade: o compromisso de combater a criminalização da advocacia, algo que conhece de forma pessoal e direta. Bruno Pena relatou que foi alvo de uma prisão injusta, experiência que hoje o impulsiona na defesa incansável dos direitos e prerrogativas da classe.

“Penso eu que ninguém melhor do que uma pessoa que viveu uma tentativa injusta, abjeta de criminalização da advocacia, vai ter uma atenção especial para o combate à criminalização da nossa profissão”, afirmou Bruno Pena. Para ele, essa vivência trouxe um entendimento profundo sobre a importância de proteger a advocacia e oferecer o respaldo necessário para que os profissionais possam atuar sem medo ou interferências indevidas.

A experiência transformou-se em um compromisso inabalável para Bruno, que promete uma luta “incessante e intransigente” contra qualquer tentativa de violação das prerrogativas dos advogados. “Costumo dizer que enquanto não houver o respeito necessário que a advocacia merece, não haverá um minuto de sossego às autoridades constituídas”, declarou, com firmeza.

A candidatura de Pena pela Chapa 2 defende uma OAB-GO mais ativa e protetora dos advogados, ressaltando a necessidade de uma liderança que compreenda as pressões e os riscos enfrentados por quem exerce a profissão. Esse compromisso pessoal e profissional com a advocacia, segundo ele, o capacita a liderar com sensibilidade e determinação, qualidades que considera essenciais para revitalizar a entidade e assegurar que ela cumpra seu papel de defesa da classe.

A proposta de Bruno Pena tem ganhado apoio entre advogados que compartilham da preocupação com a crescente criminalização da profissão e com o respeito à independência do exercício da advocacia.

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