“R$ 8 mil não é justo para Cecília, ele gasta muito mais em um look dele”, afirma a modelo sobre a pensão oferecida pelo jogador

Karoline Lima e Éder Militão são pais de Cecília — Foto: Reprodução/Instagram

Karoline Lima, de 28 anos, voltou a criticar Éder Militão, de 26 anos, por supostamente não arcar com as despesas da filha Cecília, de quase 2 anos. Em seu Instagram, na noite de domingo (26), a modelo desabafou sobre as negociações financeiras com o zagueiro do Real Madrid, afirmando que ele não cumpre os acordos feitos.

“Eu disse que o bom padrão de vida da minha filha era proporcionado por mim, não pelo pai milionário. O apartamento maravilhoso onde moramos em São Paulo e o quartinho lindo da Cecília foram mobiliados por mim. Meu aluguel é R$ 37 mil, e ele ofereceu R$ 8 mil para ajudar. Consegui R$ 10 mil com muita luta e humilhação”, declarou Karoline.

Ela relembrou conversas com Militão, mencionando que morava em uma kitnet quando se conheceram, mas que tal moradia não seria adequada para criar um bebê.

“Escolhi morar onde temos segurança e conforto porque, por ele, estaríamos em Pirituba, numa kitnet. Ele disse que eu deveria achar ótimo ele me oferecer uma casa lá porque tinha me tirado de uma kitnet”, comentou Karoline, enfatizando que seria justo ele providenciar uma casa no nome da filha para garantir sua segurança.

Karoline esclareceu que jamais afirmou que Militão não paga pensão, ou ele já estaria preso, mas que os pagamentos dos funcionários nunca passam por suas mãos.

“Ele paga, ou deveria pagar, os funcionários diretamente. Eu não tenho acesso a esse dinheiro, que vai direto para os profissionais. Mas isso é uma forma de manipulação, pois ele pode cortar o pagamento a qualquer momento para me prejudicar, o que está acontecendo agora”, afirmou.

Ela explicou que concordou com o acordo de que Militão pagasse os funcionários diretamente porque achou que seria o melhor.

“Não queria ver a cor do dinheiro sujo dele. Por mim, ele pagando diretamente e parando de me incomodar estava ótimo, mas não imaginei que chegaríamos a esse ponto”, declarou.

Karoline mencionou que o acordo não foi cumprido. “O acordo incluía um motorista e um carro, mas o motorista nunca existiu. O motorista contratado pelo empresário dele precisava de autorização para levar Cecília, e muitas vezes eu recebia um ‘não’. Pedi, implorei, expliquei que era importante termos um motorista e um carro, mas ele nunca deu. Até hoje usamos Uber”, disse.

Ela comparou sua situação à de outras mães que reivindicam pensão. “Sei que muitas mães criam os filhos com um salário mínimo. Mas, falando sobre padrão de vida, sei que R$ 8 mil não é justo para Cecília, pois ele gasta muito mais em um look dele”, afirmou, mostrando uma roupa de cerca de R$ 44 mil do jogador.

“Adoro roupas de grife, mas aqui no Brasil, as coisas que preciso comprar para Cecília não cabem nesse valor. Cecília merece vestir marcas boas e ter um padrão de vida adequado. Quem dá esse padrão de vida para ela sou eu”, ressaltou.

Karoline também destacou os gastos com itens básicos. “Além de roupas, temos fraldas, leite, consultas médicas, medicamentos, alimentação, vacinas, lazer… E me chamam de interesseira querendo aposentadoria precoce? Se tem alguém errado nessa história, não sou eu”, concluiu, acrescentando: “Não importa a classe social, a mulher sempre será a culpada”.

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