Polícia Técnico-Científica revela detalhes chocantes sobre o duplo homicídio; óxido inorgânico estava nos doces adquiridos pela acusada.

Advogada do caso da doceria em Goiânia e investigada pela morte de pai e avó do ex.

A trama macabra envolvendo a advogada Amanda Partata ganha novos contornos, conforme a Polícia Técnico-Científica (PTC) esclarece os detalhes do envenenamento que resultou na morte de Leonardo Pereira Alves, 58, e sua mãe, Luzia Alves, 86. Contrariando a versão inicial da Polícia Civil, a substância letal, identificada como “óxido inorgânico”, não estava no suco, mas sim nos potes de doce adquiridos pela acusada.

O veneno, cujo nome popular permanece sob sigilo por questões de segurança pública, foi detectado em duas amostras dos quatro potes de doce analisados, além de ser encontrado nos corpos das vítimas, como sangue e estômago. A surpreendente revelação destaca a complexidade do caso e aponta para uma trama planejada minuciosamente pela advogada.

O exame toxicológico inicial identificou medicamentos nos organismos das vítimas, os mesmos usados no hospital. No entanto, após dois exames confirmatórios, a presença do “óxido inorgânico” foi estabelecida, revelando a verdadeira natureza do veneno. Por ser conhecido, seu nome popular é mantido em sigilo para evitar a disseminação irresponsável de informações.

A análise meticulosa estendeu-se a outros itens, como quatro amostras de bolo, três colheres, o suco e até o sangue das vítimas. Surpreendentemente, o lote do produto vendido pela doceria não apresentou vestígios da substância, levando a polícia a concluir que o veneno foi adicionado após a compra, fortalecendo a suspeita sobre Amanda Partata como autora do crime.

O caso continua a intrigar investigadores, que agora buscam compreender os motivos por trás desse ato nefasto. Enquanto a acusada permanece sob custódia, a sociedade aguarda ansiosamente por mais revelações que possam esclarecer esse trágico mistério.

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