Escola foi notificada e terá prazo para apresentar registros de assiduidade e justificativas de ausências
O Conselho Tutelar da Região Leste de Goiânia instaurou procedimento para apurar a frequência escolar das filhas da influenciadora Virgínia Fonseca e do cantor Zé Felipe. A medida foi formalizada na terça-feira, 7 de abril, após o recebimento de denúncias anônimas que apontam possíveis faltas recorrentes de uma das crianças.
De acordo com o órgão, a instituição de ensino onde as menores estão matriculadas foi notificada e deverá apresentar, no prazo de sete dias, um relatório detalhado de assiduidade, incluindo o histórico de frequência e as justificativas para eventuais ausências.
A notificação também solicita que a escola informe quais medidas pedagógicas vêm sendo adotadas para garantir a reposição de conteúdo em caso de faltas, além de esclarecer se os responsáveis legais apresentaram justificativas formais durante os períodos de afastamento.
Segundo o Conselho Tutelar, a apuração tem como base as diretrizes estabelecidas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, que assegura o direito à educação e determina a obrigatoriedade de acompanhamento da frequência escolar por parte das instituições de ensino. Em situações de ausências reiteradas e sem justificativa adequada, as escolas devem comunicar o órgão para que sejam adotadas as providências necessárias.
A investigação busca verificar se a rotina familiar, marcada por viagens e compromissos profissionais, pode estar interferindo no cumprimento da carga horária escolar obrigatória das menores.
Caso seja constatado excesso de faltas sem respaldo legal, os responsáveis poderão ser convocados a comparecer ao Conselho Tutelar para prestar esclarecimentos. Nessa hipótese, será avaliada a condução da rotina das crianças, bem como o cumprimento das obrigações relacionadas à educação básica.
Até o momento, não houve manifestação pública da assessoria de Virgínia Fonseca e Zé Felipe sobre a notificação. A identidade da instituição de ensino não foi divulgada, o que impossibilitou o contato direto para posicionamento.
O caso segue em apuração, e novas medidas poderão ser adotadas pelo Conselho Tutelar conforme o avanço da análise das informações solicitadas.

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