A evolução de pacientes com doenças neurodegenerativas tem ganhado novos caminhos por meio da musicoterapia, e um caso recente acompanhado pelo musicoterapeuta Danny Souza chama a atenção pelos resultados já na primeira sessão

A paciente, Joana Machado, de 71 anos, diagnosticada com Doença de Parkinson e Doença de Alzheimer, apresentou limitações motoras significativas no início do atendimento, com rigidez acentuada e pouca mobilidade nos membros superiores.

Durante a sessão, conduzida por Danny Souza, foi possível observar uma resposta progressiva aos estímulos musicais. Ao longo da intervenção, a paciente passou a realizar movimentos mais amplos com as mãos e braços, demonstrando maior interação e coordenação motora, um avanço perceptível em um curto espaço de tempo.

De acordo com o especialista, a música atua como um facilitador neurológico, estimulando áreas do cérebro responsáveis pelo movimento e pela memória. Esse processo está diretamente ligado à neuroplasticidade, permitindo que o cérebro crie novas conexões mesmo em quadros clínicos complexos.

O caso reforça o potencial da musicoterapia como ferramenta complementar no tratamento de doenças neurodegenerativas, promovendo não apenas ganhos motores, mas também qualidade de vida e engajamento emocional dos pacientes.

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