Amanda Partata planejou meticulosamente o envenenamento da família de seu ex-namorado para infligir “o maior sofrimento da vida dele”, revelam investigações

Advogada assume ter causado a morte de avó e pai de ex.

Em uma reviravolta chocante, as conclusões da Polícia Civil revelaram que Amanda Partata, advogada goiana, orquestrou um crime brutal para vingar-se do ex-namorado, Leonardo Pereira Alves, que terminara o relacionamento. Durante a coletiva de conclusão das investigações sobre as mortes de Leonardo e de sua mãe, Luzia Alves, a polícia destacou a motivação da advogada em causar “o maior sofrimento da vida dele” após sentir-se rejeitada.

O delegado responsável pelo caso, Carlos Alfama, revelou que Amanda questionou seu ex-namorado sobre seu maior medo em uma troca de mensagens. Ao mencionar o medo de morrer e o amor pela vida, Leonardo inadvertidamente desencadeou o plano macabro de Amanda. Ela interpretou que causar o sofrimento máximo seria tirar as pessoas que ele mais amava: sua própria família.

A polícia, por meio de registros de mensagens e notas fiscais, revelou que Amanda adquiriu o veneno online no mesmo dia da perturbadora conversa. O produto foi entregue em sua residência em Itumbiara, mas ela providenciou o transporte para Goiânia, onde estava hospedada. Imagens apreendidas mostram o momento em que Amanda recebe a caixa contendo o veneno.

No fatídico dia seguinte, Amanda envenenou os doces do café da manhã oferecidos à família de Leonardo, permanecendo na casa das vítimas por três horas. As mortes de Leonardo Pereira Alves e Luzia Alves ocorreram após consumirem os alimentos contaminados, enquanto Amanda, supostamente também envenenada, não sofreu complicações graves.

O delegado Alfama enfatizou a colaboração de uma testemunha chave, o motorista de aplicativo que transportou o veneno de Itumbiara a Goiânia. A polícia aguarda a conclusão de laudos e está pronta para efetuar prisões a qualquer momento.

Este trágico episódio lança luz sobre os aspectos sombrios de relacionamentos terminados e destaca a necessidade de vigilância contra atos extremos motivados por rejeição.

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