Incidente fatal resulta em várias mortes, incluindo o agressor, e 25 feridos durante ataque a instituição de ensino

Policial em frente à Universidade Carolina de Praga: agressor foi morto e não há informações de outros envolvidos no ataque| Foto: EFE/EPA/MARTIN DIVISEK

Um tiroteio ocorreu nesta quinta-feira (21) nas dependências da Faculdade de Belas Artes da renomada Universidade Carolina, localizada no centro de Praga, República Tcheca. O incidente resultou em 15 mortes, incluindo o agressor, e deixou pelo menos 25 pessoas feridas, conforme informações dos serviços de emergência presentes no local.

O ministro do Interior, Vit Rakusan, assegurou à televisão estatal que a situação está sob controle e que não há indícios de um segundo agressor. Apesar disso, solicitou à população que siga as instruções da polícia, que fechou várias vias de acesso à área do incidente, incluindo a famosa Ponte de São Carlos.

De acordo com fontes policiais relatadas à CNN, o agressor foi neutralizado, e os feridos apresentam uma gama variada de gravidade nas lesões: nove pessoas estão em estado grave, enquanto cinco ou seis sofreram ferimentos de média a alta gravidade, e outras dez ficaram levemente feridas.

A Universidade Carolina, uma das mais antigas da Europa, está situada nas proximidades da Praça Jan-Palach, uma região central altamente turística em Praga.

Embora o nome do agressor ainda não tenha sido divulgado, a polícia local informou que se tratava de um estudante de 24 anos da própria universidade, supostamente motivado por atos terroristas semelhantes. A tragédia se desdobrou após a descoberta do corpo do pai do jovem, horas antes do ataque. A polícia determinou a evacuação de um prédio universitário onde o estudante deveria assistir a uma palestra, mas o ataque ocorreu em outra instalação.

O presidente tcheco, Petr Pavel, expressou choque em uma mensagem publicada, oferecendo suas condolências às famílias das vítimas. O primeiro-ministro Petr Fiala cancelou sua agenda e retornou a Praga, mantendo contato com o ministro do Interior e as autoridades policiais locais. (Com Agência EFE)

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